• Estes são os posts do marcador "Morte"
  • sexta-feira, 5 de outubro de 2007

    Novas fotos acidente princesa Diana


    Divulgadas novas fotos e videos de ultimos momentos de Princesa Diana, antes de sua morte, no acidente em Páris. Em algumas fotos a Princesa Diana, olha para trás, para ver se paparazzis ainda estão a seguindo. Seu segurança particular também rebate a mão na cara contra flashs de câmeras de fotógrafos.

    Suposta Conspiração contra Princesa Diana e seu futuro marido, até então namorado Dodi al-Fayed é levantada pelo pai do namorado da Princesa. Supostamente Princesa Diana estaria Grávida de Dodi al-Fayed, e Reino Unido não poderia deixar isto ocorrer.


    Continue lendo >>

    segunda-feira, 1 de outubro de 2007

    Adeus ao Artista J.Toledo


    O artista plástico surrealista, escritor, jornalista, cronista e fotógrafo J. Toledo morreu no sábado à tarde aos 60 anos. Cronista do Correio Popular desde o início da década de 90, Toledo deixou sua marca nas diversas artes em que atuou. Contemporâneo e amigo da escritora campineira Hilda Hilst, o cronista compartilhava com o leitor o seu humor refinado, ao mesmo tempo que harmonizava com a sua crítica mordaz.

    J. Toledo teve sua primeira exposição surrealista aos 14 anos. Seus quadros fazem parte de acervos de museus como o Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, onde expôs em 1970. No catálogo da exposição que fez no MAM, Theon Spanudis escreveu: "J. Toledo desenvolveu um surrealismo sui-generis que poderíamos chamar de existencialista". O próprio Toledo costumava lembrar que foi apresentado ao surrealismo por Sérgio Milliet.

    Esteve muito próximo dos modernistas e tornou-se amigo e discípulo do artista plástico e arquiteto Flávio de Carvalho, de quem escreveria a biografia "Flávio de Carvalho - O comedor de emoções", lançada em 1994. J. Toledo levou cerca de dez anos para escrever sobre o amigo. Amizade era uma coisa levada muito a sério por J. Toledo. Depois que adotou o isolamento voluntário e passou a se dedicar à literatura - já que sua visão já não lhe permitia mais dedicar-se à fotografia e às artes -, o telefone passou a ser sua principal forma de relacionar-se com os amigos. De Hilda Hilst, Jorge Amado a Egas Francisco, todos recebiam ligações, na maioria das vezes na madrugada. Por quase 40 anos, J. Toledo trocou o dia pela noite.Carinhosamente, gostava de chamar os amigos de comadre ou compadre e preocupava-se com os problemas dos mais próximos. No ano passado, quando lançou seu último livro "Dois uísques em Cafarnaum", no Café Filosófico da CPFL, disse que "pouca coisa, quase nada, vale a pena no mundo de hoje. Mas o uísque, talvez, seja uma boa razão para continuar existindo." Nas suas crônicas semanais, publicadas às quintas-feiras no Caderno C, iniciava seus textos sempre com uma epígrafe. No dia 16 de abril de 1998, ele escolheu uma frase de Shakespeare: "Morrer, dormir... dormir, talvez sonhar..."


    O Site oficial de J.toledo: http://www.angelfire.com/ri/casadosol/Jtoledo.html

    Continue lendo >>

    quinta-feira, 13 de setembro de 2007

    Pavarotti alterou atestado antes da morte

    O tenor italiano Luciano Pavarotti, que morreu em 6 de setembro, deixou uma fortuna de 200 milhões de euros (mais de R$ 531 milhões). Contudo, o cantor mudou rumo de sua herança em 29 de julho, um mês antes de morrer, quando alterou seu testamento.

    Segundo o tabelião italiano Luciano Buonanno, "Pavarotti o chamou em sua residência no último dia 29 de julho junto com outras duas testemunhas para redigir um novo testamento", segundo relatou em entrevista à imprensa italiana.

    O tabelião afirmou que, como previsto na lei italiana, ele enviou na última segunda-feira aos beneficiários um comunicado sobre a existência deste testamento.

    A divisão da herança de Pavarotti, que vendeu mais de 100 milhões de discos e era proprietário de muitos imóveis por todo o mundo --Itália, Mônaco e Estados Unidos --deve suscitar conflitos entre os familiares do cantor, conforme vem alertando a imprensa italiana.

    Luciano Pavarotti se casou em 1960 com Ardua Veroni, mãe de três de suas filhas e de quem se divorciou em 1995. Em 2003, teve uma quarta filha, Alicia, com sua nova companheira, Nicoleta Mantovani, trinta anos mais nova. Eles se casaram em dezembro do mesmo ano.

    Diante desses rumores, as filhas mais velhas do cantor, Lorenza, Cristina e Giuliana, divulgaram ontem um comunicado no qual denunciam "as falsas informações e os odiosos boatos que têm circulado na Itália e em outros países".

    O jornal "La Stampa", de grande credibilidade na Itália, publicou hoje uma entrevista com uma amiga muito próxima de Luciano Pavarotti, na qual a mulher garante que o tenor estava cansado das reclamações de sua jovem esposa e inclusive pensava em se separar.

    Para vários amigos próximos, ele alterou o testamento em favor de sua primeira esposa e de suas filhas, já que sua relação com Nicoletta tinha se deteriorado muito no último ano. Em meados de 2006, foi diagnosticado um câncer de pâncreas, que viria a causar sua morte um ano mais tarde.

    Folha Online

    Continue lendo >>

    terça-feira, 14 de agosto de 2007

    Morre Mulher mais velha do Mundo

    A pessoa mais velha do mundo, uma japonesa que gostava de comer bem e se dedicar aos seus hobbies, morreu nesta segunda-feira no Japão, aos 114 anos. Yone Minagawa, uma viúva cheia de energia que vivia numa casa de repouso, morreu "de velhice" na noite desta segunda-feira (hora local), informou a Kyodo Neews.

    Nascida em 4 de janeiro de 1893, Minagawa já era uma cinqüentona quando o Japão se rendeu na II Guerra Mundial. Ela recebeu o título de pessoa mais velha do mundo pelo Guiness Book depois que Emma Faust Tillman, uma americana, filha de escravos libertos, morreu em janeiro.

    Apesar da idade avançada, Minagawa gostava de doces e dizia que o segredo de sua longevidade era comer bem e ter uma boa noite de sono. E como tinha paixão por comer, Minagawa comemorou comendo o fato de ter se tornado a mulher mais velha do mundo. Ao melhor estilo ocidental, seu almoço naquele dia foi pão, carne, salada e sobremesa.

    As mulheres japonesas são as pessoas que vivem mais no mundo. De acordo com o governo, em 2006 elas viveram, em média, 85,81 anos. Especialistas atribuem isso à tradicional boa dieta alimentar e ao alto padrão de cuidados médicos.

    Já os japoneses ficam em segundo lugar na lista dos homens mais longevos, com sua expectativa de vida alcançando os 78,8 anos. Eles só ficam atrás dos islandeses, que chegam, em média, aos 79,4 anos.

    Continue lendo >>

    domingo, 5 de agosto de 2007

    Marilyn Monroe - 45 anos de sua morte

    Maior estrela da história de Hollywood morreu de overdose em 5 de agosto de 1962. Antes de virar atriz, ela foi criada em orfanatos e chegou a posar nua por US$ 50. Há exatos 45 anos, o mundo acordou mais triste: Marilyn Monroe foi encontrada morta, aos 36 anos, vítima de uma overdose de tranqüilizantes, em sua casa em Los Angeles. Na época, a estrela era a loira mais amada de Hollywood e atraía multidões aos cinemas. No entanto, a dependência de drogas e a depressão ficaram mais fortes do que o glamour e a alegria, que a diva transmitia ao público mas parecia não levar à sua própria vida. Atriz de cerca de 30 filmes, a loira deixou para o cinema e a cultura pop uma herança e tanto: sua imagem. Marilyn virou o maior símbolo sexual do século 20, ícone máximo do estrelato de Hollywood e musa inspiradora de uma variedade de artistas, de Andy Warhol à cantora Madonna, passando por escritores, cineastas, tatuadores e drag queens de todo o mundo. Mas a imagem da diva loira pouco tinha em comum com Norma Jean Mortenson, verdadeiro nome de Marilyn. Nascida nos subúrbios de Los Angeles, ela foi rejeitada pelo pai e abandonada pela mãe, que foi internada numa instituição para doentes mentais durante sua infância. A futura estrela foi criada em orfanatos e abrigos, onde chegou a sofrer abusos e a trabalhar em troca de comida. “Era como se o mundo estivesse fechado para mim”, disse Marilyn mais tarde em uma entrevista. O início do sonho Aos 18 anos, quando trabalhava numa fábrica, Norma foi descoberta por um fotógrafo e virou modelo. Foi nessa época que ela topou posar nua por apenas US$ 50. "Eu precisava desesperadamente do dinheiro", afirmou anos depois. As fotos viriam à tona mais tarde, em 1953, na primeira edição da revista “Playboy”, quando ela já era um grande nome de Hollywood. Depois de dois anos trabalhando como modelo e estudando teatro, Norma resolveu dar uma grande virada em sua vida: divorciou-se de seu primeiro marido, tingiu os cabelos de loiro, mudou seu nome para Marilyn Monroe e fechou contrato com os estúdios Twentieth Century Fox. A partir daí, Marilyn assumiu papéis cada vez maiores nos filmes do estúdio, culminando com os sucessos “Torrente de paixão”, “Os homens preferem as loiras” e “Como agarrar um milionário”, de 1953, que a elevaram ao status de estrela. Seu visual voluptuoso, seu jeito de garota ingênua e burrinha e sua voz sensual estabeleceram sua fama e consagraram sua imagem como clichê erótico em alta até hoje.

    Entretanto, Monroe foi ficando cada vez mais insatisfeita com os papéis que lhe eram oferecidos e desejava desenvolver mais seu talento como atriz. Em 1954, a estrela partiu para Nova York para estudar teatro com o renomado professor de arte dramática Lee Strasberg.

    O motivo por que o talento de Marilyn como atriz nunca foi reconhecido é, ironicamente, o mesmo por que ela continua fascinando platéias: a naturalidade que ela transparecia na tela parecia dar acesso direto à sua personalidade na vida real, a figura pública da estrela superava as personagens.

    Porém, sua complexidade como atriz foi comprovada em alguns de seus últimos filmes, tais como “Nunca fui santa” (1956) e “O príncipe encantado” (1957), ambos lançados por meio de sua própria produtora, fundada em 1956.

    O reconhecimento de seu trabalho só ficou completo em 1959, quando ela protagonizou “Quanto mais quente melhor”, dirigido por Billy Wilder, que lhe valeu o Globo de Ouro de melhor atriz.
    Os últimos dias

    Mas se para Marilyn era difícil lidar com o assédio do público e os ataques da crítica, muito mais difícil era trabalhar com a estrela no set de filmagens. Aos poucos, a loira construiu uma péssima reputação nos bastidores dos estúdios de cinema, com seus atrasos constantes e seus problemas pessoais e de saúde invadindo sua rotina de trabalho. “Eu consigo chegar no dia, não na hora”, disse a atriz certa vez em resposta às reclamações de produtores.
    Viciada em álcool e tranqüilizantes, Marilyn foi internada várias vezes em clínicas psiquiátricas e enfurecia diretores com a dependência extrema que tinha de sua consultora dramática, Paula Strasberg (mulher de Lee Strasberg).

    Sua falta de profissionalismo culminou com seu corte do elenco de “Something’s gotta give”, uma comédia de George Cuckor que virou lenda em Hollywood pelos prejuízos causados por Monroe. No longa, a loira protagoniza a primeira cena de nu da história dos estúdios americanos, em que nada numa piscina como veio ao mundo.

    Antes que as filmagens terminassem, Marilyn foi encontrada morta após tomar 40 comprimidos de um forte tranqüilizante. A versão oficial é de que, tomada pela depressão, a estrela se matou, mas na cabeça dos fãs ainda ressoa o mistério: suicídio ou assassinato?
    Marilyn Monroe certamente não foi a atriz mais bonita ou mais talentosa da história de Hollywood, mas seu jeito ao mesmo tempo ingênuo e sensual liberava uma mágica única, que fez dela a maior estrela de todos os tempos do cinema mundial.
    Casamentos e casos
    Aos 16 anos, Marilyn enfrentou uma importante escolha, já que a família que a havia adotado não tinha mais condições de sustentá-la. Ela devia optar entre voltar para orfanatos ou casar-se. Marilyn ficou com a segunda e aceitou um casamento arranjado com Jimmy Dougherty, um rapaz de 21 anos.

    Após dois anos juntos, ele entrou para a marinha e foi transferido para uma base na Ásia. Durante a ausência do marido, Marilyn começou a trabalhar como modelo e “pin-up”, o que não agradou Jimmy nem um pouco quando ele retornou, em 1946, e o divórcio foi inevitável. “Meu casamento não me deixava triste nem feliz. Quase morri de tédio”, disse Marilyn mais tarde sobre sua relação com Dougherty.

    O segundo casamento da musa durou ainda menos. Apenas nove meses: foi o tempo em que Marilyn e o jogador de basebal Joe DiMaggio ficaram juntos, em 1954. Ela estava no auge da carreira, mas não escondia seu amor pelo marido. “Eu era louca por ele, Joe é um homem muito decente”, disse a estrela após o divórcio.
    DiMaggio não suportou conviver com o assédio enlouquecido dos fãs e com a imagem sensual que a mídia vinculava a Marilyn. O casamento terminou, porém os dois continuaram amigos.
    O terceiro casamento de Marilyn foi com o autor teatral Arthur Miller, que ela conheceu em Nova York enquanto estudava com Strasberg. Ele chegou a afirmar publicamente que ela o deixava “de joelhos bambos”, mas foi ao seu lado que a atriz viveu sua fase mais problemática e aprofundou sua dependência química. Depois de casos extraconjugais, dois abortos e problemas de saúde, o divórcio aconteceu em 1961. No entanto, Miller deixou para ela o papel de Roslyn Tamber, protagonista de “Os desajustados”, que acabou sendo o último filme completo da loira. O longa também encerrou a filmografia de Clark Gable, com quem contracenava, que morreu assim que as filmagens terminaram. Os tablóides da época atribuíram o enfarte de Gabble a desentendimentos com Monroe no set. Além dos três casamentos fracassados, Marilyn ficou conhecida por ter muitos casos, entre os quais os mais famosos foram com o ator italiano Yves Montand, com quem protagonizou “Adorável pecadora” em 1960, e com o então senador dos Estados Unidos, John F. Kennedy. Em 1962, quando JFK já era presidente, Monroe o presenteou com um sensual canto de parabéns em público, em uma comemoração no Madison Square Garden, em Nova York. A imagem se tornou tão clássica quanto cenas de filmes de ficção de Marilyn.

    Continue lendo >>

    terça-feira, 31 de julho de 2007

    Chora Cinema II - Morre Michelangelo Antonion

    Um despacho da agência de notícias italiana Ansa afirma que o diretor de cinema Michelangelo Antonioni morreu na Itália aos 94 anos de idade.

    Se não bastasse o post denominado Chora Cinema, no mesmo dia temos um outro fato que nos faz intitular a sequência do post anteiror...

    Citando amigos da família, a agência diz que Antonioni faleceu na segunda-feira por volta das 20h (15h de Brasília) em sua casa, na cidade de Ferrara.

    Nascido em 1912, Antonioni iniciou sua carreira como diretor no início dos anos 40, alcançando sucesso internacional com A Aventura (L’avventura), de 1960.

    Seu primeiro filme em língua inglesa, Depois daquele beijo (Blowup), de 1966, é um retrato dos agitados anos 60.

    Também aclamada internacionalmente foi sua obra seguinte, Zabriskie Point, filmada nos Estados Unidos em 1970 e que mostra o movimento de contracultura naquele país.

    Via: BBC

    Pingar o BlogBlogs Add to Technorati Favorites

    Continue lendo >>

    Chora Cinema - Cineasta Ingmar Bergman morre aos 89 anos

    Ingmar Bergman, um dos mais renomados cineastas mundiais, morreu nesta segunda-feira aos 89 anos. A informação foi dada por uma agência de notícias sueca.

    Diretor de clássicos como O Sétimo Selo, Morangos Silvestres e Gritos e Sussurros, Bergman morreu em sua casa, na ilha de Faro, na Suécia. Ainda não foram divulgados detalhes sobre as causas de sua morte.

    Bergman teve uma carreira de mais de 60 anos, na qual realizou 54 filmes, 126 peças teatrais e 39 produções de radiodramaturgia, além de ter assinado diversos livros.

    Nascido em 1918, ele teve o primeiro contato com o cinema ainda na infância, como assistente de projeção em cinemas na Suécia.

    Ele estudou teatro e cinema na Universidade de Estocolmo, debutando na carreira de cineasta em 1945, com o filme Crise.

    No ano anterior, ele fez sua estréia como diretor teatral e teve seu primeiro roteiro adaptado para as telas, pelo diretor Alf Sjoberg.

    Longe das telas

    Nos últimos anos, Bergman se distanciou do cinema, tendo optado primordialmente por assinar roteiros e textos para o teatro.

    Sua última produção originalmente feita para o cinema foi o longa metragem Fanny e Alexander. O filme Saraband, de 2003, chegou às telas de cinema, mas foi originalmente concebido para a TV.

    Quando foi exibido pela TV sueca, Saraband foi assistido por um total de 1 milhão de pessoas no país.

    O longa é um drama familiar que usa os dois personagens de Cenas de Um Casamento, outra produção televisiva do cineasta.

    Oscar

    Ingmar Bergman foi indicado nove vezes ao Oscar de melhor diretor, e levou o prêmio de melhor filme estrangeiro em três ocasiões, o primeiro deles por A Fonte da Donzela, em 1961.

    O diretor se casou cinco vezes e teve oito filhos. Entre os temas recorrentes de seus filmes estão o medo da morte, a culpa, as tensões nas relações afetivas e a angústia de viver sem saber se Deus existe ou não.

    A experiência de vida de Bergman muito contribuiu para seus filmes. O pai do cineasta foi um religioso luterano e disciplinador, que inspirou um dos personagens principais de Fanny e Alexander, pelo qual ele recebeu seu terceiro Oscar, em 1982.

    O filme é contado sob o ponto de vista de duas crianças, que sofrem quando sua mãe se casa com um rígido pastor.

    O contato que Bergman teve com o nazismo na juventude também inspirou outra de suas célebres obras, o longa O Ovo da Serpente.

    Tributos

    Um dos diretores que mais reverenciaram Bergman é Woody Allen.

    Durante um tributo ao diretor sueco, por ocasião de seus 70 anos de idade, em 1988, o cineasta americano afirmou que Bergman era ''provavelmente o maior artista do cinema como um todo, desde a invenção da câmera de cinema''.

    Bergman disse, em uma rara entrevista dada em 2004, que não conseguia assistir aos seus próprios filmes, porque eles o deixavam deprimido.

    ''Eu fico nervoso, prestes a chorar, me sentindo péssimo. É horrível'', comentou.

    O Sétimo Selo, um dos mais célebres filmes de Bergman - e para muitos a sua obra prima - está completando 50 anos e vem sendo reprisado em diferentes salas de cinema mundiais.

    O longa metragem traz uma das mais famosas e parodiadas seqüências da história do cinema, na qual um homem disputa uma partida de xadrez com a morte.

    Via: BBC

    Pingar o BlogBlogs Add to Technorati Favorites

    Continue lendo >>

      ©Clicko - Todos os direitos reservados.

    Topo